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Queridos (as) contabilistas,
Iniciamos um novo período de nossa gestão com a responsabilidade maior de manter as iniciativas que deram notoriedade a nossa categoria durante os anos de 2006/2007 e a perspectiva de avançarmos ainda mais em 2008/2009, pois quando somos reeleitos para uma função precisamos estar mais vigilantes às reivindicações e necessidades que atingem a nossa categoria profissional.
Podemos dizer que hoje possuímos um plenário totalmente renovado em pessoas e atitudes e que os conselheiros eleitos em novembro de 2007 estão proporcionando uma oxigenação ao nosso Conselho com a reestruturação no funcionamento das Câmaras, contando com o trabalho imprescindível dos funcionários que agem com seriedade e responsabilidade no desenvolvimento de suas atividades.
No entanto, no final de 2007 um fato marcou a classe contábil maranhense. A operação conjunta da CGU, Procuradoria da República e Polícia Federal no desmonte de esquema de corrupção durante a qual alguns profissionais de contabilidade foram citados por suposto envolvimento em esquemas de corrupção também exigiu uma posição do nosso Conselho. Para alguns, o fato foi visto como algo negativo ao macular a imagem da categoria. Outros, no entanto, viram o caso de forma positiva por suscitar na sociedade a discussão sobre a importância de um profissional competente e de caráter, responsável pelo patrimônio público ou privado. O certo é que o CRC/MA agiu ao mostrar que o acontecimento se deu de forma isolada não podendo ser atribuído a toda uma categoria. Ao mesmo tempo repudiou o suposto envolvimento de contabilistas em tal esquema.
O ano de 2008 começou com muitas perspectivas e mudanças na classe contábil, demonstrando a necessidade de os contabilistas se adequarem às novas medidas apresentadas. Além disso, não devemos nos esquecer de que somos agentes de transformação e reivindicador de direitos como profissional e cidadão. Um exemplo disso aconteceu no início do ano quando nos deparamos com uma nova sistemática de tributação, o Super-Simples, que levou o Conselho e os vários profissionais a fazerem uma verdadeira cruzada em todo o estado a fim de orientar as modificações no contexto social, econômico e tributário.
Nesse momento tivermos que estar cientes de nossas responsabilidades e procuramos a classe empresarial e nos unimos na luta contra do diferencial de alíquota no estado do Maranhão. Outro fato que gerou muita polêmica e exigiu do Conselho uma ação firme foi a implantação do Redesin a partir do qual órgãos responsáveis pelo registro de empresas puderam contar com uma nova tecnologia para abertura, alteração e baixa de contratos.
Entretanto, o sistema não funcionou a contento, penalizando a classe contábil, que aos olhos da sociedade, passava como um profissional que não sabia operar com o novo cadastro, tendo o CRC/MA que adotar uma postura firme diante dos órgãos integrantes do Cadsin. A partir daí, percebeu-se que os problemas apresentados estavam na própria configuração e processamento do sistema pelos órgãos responsáveis. Mas a classe não se acomodou e por meio do Conselho Regional de Contabilidade do Maranhão buscamos os meios necessários para mudar o cenário de turbulência que atingia grande parte dos contabilistas.
Então senhoras e senhores contabilistas, esse momentos acima apontados que nos reafirmam a necessidade de união da nossa classe contábil. É preciso estarmos coesos a fim de resolvermos as questões da nossa categoria e da nossa sociedade e que o CRC/MA possa ser um órgão ágil nas conquistas de nossa profissão.
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